Psicología

Centro MENADEL PSICOLOGÍA Clínica y Tradicional

Psicoterapia Clínica cognitivo-conductual (una revisión vital, herramientas para el cambio y ayuda en la toma de consciencia de los mecanismos de nuestro ego) y Tradicional (una aproximación a la Espiritualidad desde una concepción de la psicología que contempla al ser humano en su visión ternaria Tradicional: cuerpo, alma y Espíritu).

“La psicología tradicional y sagrada da por establecido que la vida es un medio hacia un fin más allá de sí misma, no que haya de ser vivida a toda costa. La psicología tradicional no se basa en la observación; es una ciencia de la experiencia subjetiva. Su verdad no es del tipo susceptible de demostración estadística; es una verdad que solo puede ser verificada por el contemplativo experto. En otras palabras, su verdad solo puede ser verificada por aquellos que adoptan el procedimiento prescrito por sus proponedores, y que se llama una ‘Vía’.” (Ananda K Coomaraswamy)

La Psicoterapia es un proceso de superación que, a través de la observación, análisis, control y transformación del pensamiento y modificación de hábitos de conducta te ayudará a vencer:

Depresión / Melancolía
Neurosis - Estrés
Ansiedad / Angustia
Miedos / Fobias
Adicciones / Dependencias (Drogas, Juego, Sexo...)
Obsesiones Problemas Familiares y de Pareja e Hijos
Trastornos de Personalidad...

La Psicología no trata únicamente patologías. ¿Qué sentido tiene mi vida?: el Autoconocimiento, el desarrollo interior es una necesidad de interés creciente en una sociedad de prisas, consumo compulsivo, incertidumbre, soledad y vacío. Conocerte a Ti mismo como clave para encontrar la verdadera felicidad.

Estudio de las estructuras subyacentes de Personalidad
Técnicas de Relajación
Visualización Creativa
Concentración
Cambio de Hábitos
Desbloqueo Emocional
Exploración de la Consciencia

Desde la Psicología Cognitivo-Conductual hasta la Psicología Tradicional, adaptándonos a la naturaleza, necesidades y condiciones de nuestros pacientes desde 1992.

martes, 6 de octubre de 2020

Sonhos

Para mim, desde sempre, o sonho que se fixou, ao acordar, é algo mais do que um sonho. Ou é aviso, ou é chamada de atenção para algum caminho que devemos procurar, pois a nossa vida não é senão esse caminho, nem sempre revelado e que temos de ser nós a descobrir, a percorrer, ou ignorar. Ignorar tem o seu preço: alguma coisa em nós ficará incompleta, será consciência mutilada. Em regra é no meio da vida que estamos em melhores condições de entender o que nos diz essa narrativa, oriunda de um imaginário oculto, mítico e arcaico cujas raízes provêem do inconsciente pessoal, ou colectivo. De uma outra esfera que ignoramos até que surge. Diante de nós, estendem-se então situações, paisagens, reacções ou silêncios que nos deixam confusos. Pedimos opinião a algum amigo, ou nos limitamos apenas a contar do nosso espanto. Eu gosto de abrir um sonho como quem abre um poema, ou um fruto maduro. Demoro a meditar nas imagens mais fortes. No caso a que me vou referir são estas: a visita a uma herdade de família, de uma madrinha que foi segunda mãe, e concluir que não conhecia ninguém. É importante a memória da infância, cheia de perfumes e sabores que depois se perdem já na vida de adulto. Esse é o primeiro passo em direcção ao inconsciente, onde ficam guardadas, noutra esfera, imagens que desejam ser recuperadas. Porque esse era um tempo feliz, que nem sempre na vida adulta se voltará a viver. Mas ali estão, para que um dia se lembrem, quando menos se espera. A madrinha era mãe: haverá lição mais clara? Não é a mãe o princípio, não é dela que se nasce e se cresce para o resto da vida? A mãe-primeiro princípio, a mãe arcaica, primordial, a Grande-Mãe de que nada se sabe, e hoje em dia cada vez menos? Por isso o nosso viajante sonhador verifica com espanto que não conhece ninguém. O que lhe diz o sonho é muito simples: está na hora de procurar conhecer...Ou fica ali, rememorando o passado, ou parte, em busca de outra aventura, outra vida que possa ser vivida por estar à sua espera. Onde? Nas caves mais fundas do seu próprio inconsciente, no escuro das confusões que terá de aclarar, até que de novo se libertem mais sonhos, alguma luz se faça, e dessa luz nasça o poema, a Obra que ali estava ainda de reserva à sua espera. Ficarei por aqui, aguardo que floresça o seu poema. Artículo*: Yvette Centeno Más info en psico@mijasnatural.com / 607725547 MENADEL (Frasco Martín) Psicología Clínica y Transpersonal Tradicional (Pneumatología) en Mijas Pueblo (MIJAS NATURAL) *No suscribimos necesariamente las opiniones o artículos aquí compartidos
Para mim, desde sempre, o sonho que se fixou, ao acordar, é algo mais do que um sonho. Ou é aviso, ou é chamada de atenção para algum cami...

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