Psicología

Centro MENADEL PSICOLOGÍA Clínica y Tradicional

Psicoterapia Clínica cognitivo-conductual (una revisión vital, herramientas para el cambio y ayuda en la toma de consciencia de los mecanismos de nuestro ego) y Tradicional (una aproximación a la Espiritualidad desde una concepción de la psicología que contempla al ser humano en su visión ternaria Tradicional: cuerpo, alma y Espíritu).

“La psicología tradicional y sagrada da por establecido que la vida es un medio hacia un fin más allá de sí misma, no que haya de ser vivida a toda costa. La psicología tradicional no se basa en la observación; es una ciencia de la experiencia subjetiva. Su verdad no es del tipo susceptible de demostración estadística; es una verdad que solo puede ser verificada por el contemplativo experto. En otras palabras, su verdad solo puede ser verificada por aquellos que adoptan el procedimiento prescrito por sus proponedores, y que se llama una ‘Vía’.” (Ananda K Coomaraswamy)

La Psicoterapia es un proceso de superación que, a través de la observación, análisis, control y transformación del pensamiento y modificación de hábitos de conducta te ayudará a vencer:

Depresión / Melancolía
Neurosis - Estrés
Ansiedad / Angustia
Miedos / Fobias
Adicciones / Dependencias (Drogas, Juego, Sexo...)
Obsesiones Problemas Familiares y de Pareja e Hijos
Trastornos de Personalidad...

La Psicología no trata únicamente patologías. ¿Qué sentido tiene mi vida?: el Autoconocimiento, el desarrollo interior es una necesidad de interés creciente en una sociedad de prisas, consumo compulsivo, incertidumbre, soledad y vacío. Conocerte a Ti mismo como clave para encontrar la verdadera felicidad.

Estudio de las estructuras subyacentes de Personalidad
Técnicas de Relajación
Visualización Creativa
Concentración
Cambio de Hábitos
Desbloqueo Emocional
Exploración de la Consciencia

Desde la Psicología Cognitivo-Conductual hasta la Psicología Tradicional, adaptándonos a la naturaleza, necesidades y condiciones de nuestros pacientes desde 1992.

jueves, 13 de marzo de 2025

Errata de uma tradução de um livro de Schuon


Eis alguns erros de tradução encontrados em O Esoterismo como Princípio e como Caminho, de Frithjof Schuon, traduzido do original francês e publicado no Brasil pela Editora Pensamento em 1985. Esta errata não é exaustiva nem sistemática, tendo sido feita com base em erros identificados durante a leitura do livro.

[Para ver este documento em pdf, clique aqui.]

Em cada ponto comentado abaixo, o primeiro texto é o da edição brasileira, errado ou impreciso. O segundo, como deveria ter sido traduzido.

Página 11

Onde se lê:

Os kantianos nos pedirão a prova da existência dessa forma de conhecimento; mas há aqui um primeiro erro, ou seja, não passa de um conhecimento que podemos provar de facto.

Leia-se:

Os kantianos nos pedirão para provar a existência dessa maneira de conhecer; ora, há aí um primeiro erro, a saber, crer que só é conhecimento aquilo que podemos provar de facto.

Onde se lê:

A fé equivale a um conhecimento objetivado pelo coração.

Leia-se:

A fé equivale a um conhecimento cardíaco objetivado.

Onde se lê:

Se existe um conhecimento intrinsecamente direto mas extrinsecamente objetivado quanto à sua comunicação, deve haver nele, correlativamente, um conhecimento indireto em si, contudo subjetivo quanto ao seu processo.

Leia-se:

Se existe um conhecimento intrinsecamente direto mas extrinsecamente objetivado quanto à sua comunicação, deve existir, correlativamente, um conhecimento em si indireto mas não obstante subjetivo quanto ao seu processo.

Página 12

Onde se lê:

É verdade que só a experiência, e na ausência da Intelecção, pode dar margem a conclusões totalmente opostas.

Leia-se:

É verdade que a experiência por si só, e na ausência da Intelecção, pode dar margem a conclusões totalmente opostas.

Página 13

Onde se lê:

Temos aí pelo menos a posição de princípio e a razão de ser do esoterismo; é realmente necessário que ele seja de fato sempre consequente consigo mesmo, visto que as soluções intermediárias são humanamente inevitáveis.

Leia-se:

Temos aí pelo menos a posição de princípio e a razão de ser do esoterismo; mas falta muito para que ele seja sempre, de fato, consequente com si mesmo, tanto mais quanto soluções intermediárias são humanamente inevitáveis.

Página 20

Onde se lê:

Afirmar que Cristo teria caminhado sobre as águas, ou se elevado no ar, seria seguramente contrário à razão.

Leia-se:

Afirmar que o Cristo teria caminhado sobre as águas sem caminhar sobre as águas, ou elevando-se no ar, seria seguramente contrário à razão.

Página 28

Onde se lê:

Segundo um princípio já assinalado por nós, no Cristianismo o esoterismo absoluto só pode relacionar-se com a própria mensagem cristã.

Leia-se:

Segundo um princípio já assinalado por nós, o esoterismo absoluto, no Cristianismo, não pode proceder senão da própria mensagem crística.

Página 33

Onde se lê:

Como se o verdadeiro quietismo e a sexualidade espiritualizada comportassem aspectos, senão de penitência, pelo menos de exigência e de gravidade.

Leia-se:

Como se o verdadeiro quietismo e a sexualidade espiritualizada não comportassem aspectos, senão de penitência, ao menos de exigência e de gravidade.

Página 41

Onde se lê:

Pois o bem, tendo por definição uma tendência para se comunicar, o “Soberano Bem” não pode de forma alguma resplandecer para ele mesmo e em sua Essência e, em seguida – e conseqüentemente –, a partir dele mesmo e fora dele.

Leia-se:

Pois, o bem tendo por definição tendência a se comunicar, o “Sumo Bem” não tem como não irradiar para si mesmo e em sua Essência, e em seguida – e por via de conseqüência – a partir de si mesmo e fora de si.

(“Sumo Bem” e “Bem Soberano” são equivalentes, mas preferimos o primeiro.)

Página 59

Onde se lê:

No triângulo reto…

Leia-se:

No triângulo com a base embaixo e a ponta para cima…

Página 69

Onde se lê:

Coincidência que favorece a perspectiva islâmica e o exemplo do Profeta.

Leia-se:

Coincidência que a perspectiva islâmica e o exemplo do Profeta favorecem.

Página 73

Onde se lê:

Além disso, dizer que, decidindo o que é o bem e o mal, o homem se põe no lugar de Deus é insinuar que o bem e o mal resultam de uma decisão divina, isto é, de um veredicto cujas causas não podemos ignorar.

Leia-se:

Além disso, dizer que, ao decidir o que é o bem e o mal, o homem se põe no lugar de Deus é insinuar que o bem e o mal resultam de uma decisão divina, isto é, de um veredito cujas causas podemos ignorar.

Página 88

Onde se lê:

A compreensão, que é intelectiva; a concentração, que é volitiva; e a confirmação, que é afetiva.

Leia-se:

A compreensão, que é intelectiva; a concentração, que é volitiva; e a conformação, que é afetiva.

Página 90

Onde se lê:

Na fé, a resignação combina-se com o fervor; na virtude, a paciência combina-se com o fervor; na virtude, a paciência combina-se com a generosidade.

Leia-se:

Na fé, a resignação combina-se com o fervor; na virtude, a paciência combina-se com a generosidade.

Página 94

Onde se lê:

A volição, função da verdade…

Leia-se:

A volição, função da vontade…

Página 95

Onde se lê:

Confere ipso facto liberdade a essa forma de inteligência, a verdade…

Leia-se:

Confere ipso facto liberdade a essa forma de inteligência, a vontade…

Página 112

Onde se lê:

Aliás, com um matiz cínico…

Leia-se:

Aliás, com uma nuance democrática…

Onde se lê:

Eles não se dominam, nem com muito mais razão procuram se sublimar.

Leia-se:

Eles não se dominam, nem, com mais razão, procuram se superar.

Página 114

Onde se lê:

É importante estabelecer a distinção entre a sinceridade que simplesmente engloba e envolve o homem todo (…) e uma sinceridade fragmentária…

Leia-se:

É importante distinguir entre a sinceridade enquanto tal, que engloba e envolve o homem todo (…) e uma sinceridade fragmentária…

Página 115

Onde se lê:

O homem espiritual é o que se sublima e gosta de sublimar-se.

Leia-se:

O homem espiritual é o que se supera e gosta de superar-se.

Onde se lê:

O homem mundano permanece horizontal e detesta a dimensão vertical. E isso é importante: ele não pode submeter-se a um ideal constrangedor – nem procurar sublimar-se com vistas a Deus – sem ter na alma o que os psicanalistas chamam “complexos”.

Leia-se:

O homem mundano permanece horizontal e detesta a dimensão vertical. E isto é importante: não se pode submeter-se a um ideal que impõe limites – nem procurar superar-se com vistas a Deus – sem ter na alma o que os psicanalistas chamam “complexos”.

Onde se lê:

Ser contrário ao que eles prezam.

Leia-se:

Ser contrário ao que eles pregam.

Página 116

Onde se lê:

Ser sincero não é ser corrupto perante os homens…

Leia-se:

Ser sincero não é ser vicioso perante os homens…

Onde se lê:

Os imperativos de determinada subjetividade mística só poderiam impedir a atitude normal, a de praticar as virtudes com equilíbrio e dignidade.

Leia-se:

Os imperativos de determinada subjetividade mística não poderiam impedir que a atitude normal seja a de praticar as virtudes com equilíbrio e dignidade.

Página 141

Onde se lê:

O domínio esotérico assemelha-se à profecia.

Leia-se:

A superioridade esotérica assemelha-se à profecia. 

Página 191

Onde se lê:

Liturgia

Leia-se:

Teurgia

(Alberto Queiroz, 2007.)

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