Psicología

Centro MENADEL PSICOLOGÍA Clínica y Tradicional

Psicoterapia Clínica cognitivo-conductual (una revisión vital, herramientas para el cambio y ayuda en la toma de consciencia de los mecanismos de nuestro ego) y Tradicional (una aproximación a la Espiritualidad desde una concepción de la psicología que contempla al ser humano en su visión ternaria Tradicional: cuerpo, alma y Espíritu).

“La psicología tradicional y sagrada da por establecido que la vida es un medio hacia un fin más allá de sí misma, no que haya de ser vivida a toda costa. La psicología tradicional no se basa en la observación; es una ciencia de la experiencia subjetiva. Su verdad no es del tipo susceptible de demostración estadística; es una verdad que solo puede ser verificada por el contemplativo experto. En otras palabras, su verdad solo puede ser verificada por aquellos que adoptan el procedimiento prescrito por sus proponedores, y que se llama una ‘Vía’.” (Ananda K Coomaraswamy)

La Psicoterapia es un proceso de superación que, a través de la observación, análisis, control y transformación del pensamiento y modificación de hábitos de conducta te ayudará a vencer:

Depresión / Melancolía
Neurosis - Estrés
Ansiedad / Angustia
Miedos / Fobias
Adicciones / Dependencias (Drogas, Juego, Sexo...)
Obsesiones Problemas Familiares y de Pareja e Hijos
Trastornos de Personalidad...

La Psicología no trata únicamente patologías. ¿Qué sentido tiene mi vida?: el Autoconocimiento, el desarrollo interior es una necesidad de interés creciente en una sociedad de prisas, consumo compulsivo, incertidumbre, soledad y vacío. Conocerte a Ti mismo como clave para encontrar la verdadera felicidad.

Estudio de las estructuras subyacentes de Personalidad
Técnicas de Relajación
Visualización Creativa
Concentración
Cambio de Hábitos
Desbloqueo Emocional
Exploración de la Consciencia

Desde la Psicología Cognitivo-Conductual hasta la Psicología Tradicional, adaptándonos a la naturaleza, necesidades y condiciones de nuestros pacientes desde 1992.

sábado, 6 de abril de 2019

Um carta de Frithjof Schuon sobre a poesia

Apresentamos hoje um extrato de uma longa carta de Frithjof Schuon sobre a poesia escrita em 12 de janeiro de 1971. O mestre, como sempre, vai à essência do tema. * A poesia é a “linguagem dos deuses”; e “noblesse oblige“; quero dizer com isso que o poeta tem certas responsabilidades. Na poesia, a musicalidade das coisas, ou sua essencialidade cósmica, irrompe no plano da linguagem; e esse processo exige a grandeza, portanto também a autenticidade, da imagem e do sentimento. O poeta tem espontaneamente a intuição da musicalidade subjacente dos fenômenos; sob a pressão de uma imagem ou de uma emoção — esta combinando-se, aliás, naturalmente, com imagens concordantes —, o poeta exprime uma beleza arquetípica; sem essa pressão, não há poesia, o que implica que a verdadeira poesia tem sempre um aspecto de necessidade interior, de onde seu perfume insubstituível. São necessárias, portanto, a grandeza subjetiva e objetiva do ponto de partida ou do conteúdo e, então, a musicalidade profunda da alma e da linguagem; ora, a da linguagem deve ser tirada dos recursos desta, o que constitui a arte formal da poesia. Dante não tinha somente grandeza, ele também sabia, por um lado, infundir essa grandeza na linguagem e, por outro lado, manejar a linguagem de forma a torná-la adequada a sua visão interior. Quando Shakespeare descreve, num tom de canto popular, uma situação qualquer, ele consegue as mais das vezes apresentar-lhe a quintessência e remeter assim as aparências a sua musicalidade cósmica, de onde um sentimento de liberação característico de toda verdadeira poesia. (…) Em geral, sou hostil à poesia, porque quase ninguém a sabe fazer — fazendo-se abstração, aqui, dos motivos espirituais — e também porque a maior parte dos verdadeiros poetas se deixa enganar por seu talento e se perde na prolixidade, em vez de deixar a musa atuar, musa que por vezes é muito parcimoniosa. Ora, deixar a musa atuar não é dizer pouco! Isso implica que haja uma pressão interior que não tolera nenhuma hesitação nem nenhuma tagarelice, e essa pressão deve ser função de alguma ordem de grandeza; de onde a “cristalinidade musical” da poesia, a força convincente de sua necessidade interior. Não há beleza sem grandeza; essas duas qualidades devem estar tanto na alma do poeta quanto na forma que ele sabe dar à linguagem. Gema de perfeição e vibração de infinitude! * [Frithjof Schuon, Vers l’Essentiel – Lettres d’un Maître spirituel, Edition Les Sept Flèches, Lausanne, Suíça, 2013, pp. 109 e 110.] - Artículo*: Alberto Queiroz - Más info en psico@mijasnatural.com / 607725547 MENADEL Psicología Clínica y Transpersonal Tradicional (Pneumatología) en Mijas Pueblo (MIJAS NATURAL) *No suscribimos necesariamente las opiniones o artículos aquí enlazados
Apresentamos hoje um extrato de uma longa carta de Frithjof Schuon sobre a poesia escrita em 12 de janeiro de 1971. O mestre, como sempre, vai à essência do tema. * A poesia é a “linguagem do…

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