O Pintor (ao modo de Jacques Prévert) O pintor acabou o quadro. Deu uns passos atrás para assim ver melhor. Pousou o pincel ou seria espátula ou raspadeira ou tinta explodida de tiro de caçadeira? Olhava Mas não sabia. Teria dito o que queria dizer? E se ainda não tivesse dito agora que tinha acabado o que podia fazer? Olhou mais uma vez mais uns passos atrás: dissera “para mim a pintura é resolver problemas” . Estaria ali o problema primeiro resolvido? Ou dessa primeira solução nascera outro problema, pedindo uma nova solução? Uma solução-outra de um nada nunca dito? Afinal, concluiu ele cansado, (pintara a noite toda até de madrugada) sentado no sofá e de copo na mão não é melhor um livro que posso pôr de lado? Artículo*: Yvette Centeno Más info en psico@mijasnatural.com / 607725547 MENADEL (Frasco Martín) Psicología Clínica y Transpersonal Tradicional (Pneumatología) en Mijas Pueblo (MIJAS NATURAL) *No suscribimos necesariamente las opiniones o artículos aquí compartidos
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